Escolhi ser realizada profissionalmente, e aproveitar a vida

Escolhi ser realizada profissionalmente, e aproveitar a vida.

Já se foi o tempo em que a mulher tinha destino certo. Namorar, casar, ter filhos e cuidar da casa e do marido. Nenhuma delas poderia pensar diferente e se pensasse enfrentaria muitas dificuldades e desafios.

Passou-se o tempo, a mulher conquistou o direito civil para fazer muitas coisas, entre eles, o mais simbólico talvez, o direito ao voto (Esse tema é maravilhosamente tratado no filme: As Sufragistas – super recomendo) 

Ela ganhou espaço no mercado de trabalho, mesmo com inúmeras desvantagens, mesmo ganhando menos, mesmo tendo mais que uma jornada de trabalho quando chega em casa, mesmo tendo que cuidar de todo o resto.

Ela hoje, é maioria aprovada em concursos públicos. Já provou de muitas maneiras sua capacidade e sua competência e deixou claro que, as diferenças de tratamento e salariais não passam de puro preconceito e machismo.

E mais, ela pegou todo sua garra e foi lutar pelas outras, mesmo que ainda tentem calar sua voz.

Luta por direitos iguais, luta para ser ouvida. O feminismo pode ter ganhado alguma conotação negativa, mas  nada mais é que a busca pelo direito da mulher ser plena e dona de si em todos os aspectos.

Nas salas de cursinho vemos menos mulheres, mas nas listas de aprovados elas são maioria. Elas hoje deixam a casa e os filhos em segundo plano, muitas delas escolhem ser realizadas em suas profissões e com sua independência, depois escolhem o que fazer com suas vidas.

Só falta a sociedade aceitar isso, de uma vez por todas.

Femina Revista

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *